Não sei você, mas eu nunca vi Tatá Werneck tão sensual — tem um quaaaaase peitinho de fora ali, olha só.
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Na noite de ontem, a baixinha mais querida do humor brasileiro recebeu o título de Mulher do Ano, da revista masculina "GQ". É a estrela de capa da publicação, num colant (sim, eu uso essa palavra ainda) que é a melhor tradução da expressão "sexy, sem ser vulgar".
Tá, mas e daí? Que diferença isso faz? Eu explico: no caso dela, dá início a um novo patamar. Raro exemplo de talento da MTV que transitou para a Globo e explodiu no país inteiro, a atriz e humorista aos pouco foi se habituando à rotina de estúdios e capas de revista. Só agora, depois de dois anos, parece 100% à vontade de assumir sua porção mais atrevida — posso estar enganado, mas minha impressão sempre foi a de que ela usava, nesses momentos, o humor como uma proteção invisível em fotos que exigissem dela mostrar pele ou, como se diz no meio, sair "de bonita". Não é que os trabalhos anteriores estivessem ruins, não me entenda mal. É que esse parece mais maduro.


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